Você sabia que o seu intestino influencia diretamente como você se sente durante a menopausa?
A ciência tem mostrado que o intestino — muitas vezes chamado de “segundo cérebro” — tem papel essencial na regulação hormonal, na imunidade e até no humor. E quando falamos de menopausa, entender essa relação se torna ainda mais importante.
O que acontece no intestino durante a menopausa?
Durante a transição menopausal, há uma queda natural nos níveis de estrogênio. Esse hormônio, além de regular ciclos menstruais, também influencia a motilidade intestinal, a integridade da mucosa do intestino e a composição da microbiota intestinal. Estudos mostram que mulheres na menopausa tendem a apresentar:
- Maior predisposição à constipação;
- Alterações na flora intestinal (disbiose);
- Redução na diversidade de bactérias benéficas, como Lactobacillus e Bifidobacterium;
- Inflamação intestinal leve e aumento da permeabilidade intestinal (“intestino permeável”).
Essas alterações podem agravar sintomas como inchaço, gases, cansaço, e até mesmo contribuir para ganho de peso e piora do humor.
O que acontece no intestino durante a menopausa?
Durante a transição menopausal, há uma queda natural nos níveis de estrogênio. Esse hormônio, além de regular ciclos menstruais, também influencia a motilidade intestinal, a integridade da mucosa do intestino e a composição da microbiota intestinal. Estudos mostram que mulheres na menopausa tendem a apresentar:
- Maior predisposição à constipação;
- Alterações na flora intestinal (disbiose);
- Redução na diversidade de bactérias benéficas, como Lactobacillus e Bifidobacterium;
- Inflamação intestinal leve e aumento da permeabilidade intestinal (“intestino permeável”).
Essas alterações podem agravar sintomas como inchaço, gases, cansaço, e até mesmo contribuir para ganho de peso e piora do humor.
O que acontece no intestino durante a menopausa?
Durante a transição menopausal, há uma queda natural nos níveis de estrogênio. Esse hormônio, além de regular ciclos menstruais, também influencia a motilidade intestinal, a integridade da mucosa do intestino e a composição da microbiota intestinal. Estudos mostram que mulheres na menopausa tendem a apresentar:
- Maior predisposição à constipação;
- Alterações na flora intestinal (disbiose);
- Redução na diversidade de bactérias benéficas, como Lactobacillus e Bifidobacterium;
- Inflamação intestinal leve e aumento da permeabilidade intestinal (“intestino permeável”).
Essas alterações podem agravar sintomas como inchaço, gases, cansaço, e até mesmo contribuir para ganho de peso e piora do humor.
A microbiota e o estrogênio: uma via de mão dupla
Pouco se fala, mas o intestino ajuda a metabolizar o estrogênio através de um grupo de bactérias chamado estroboloma. Se o intestino está desequilibrado, essa metabolização pode ser alterada, impactando a circulação de estrogênios no corpo, agravando os sintomas da menopausa como ondas de calor, insônia e alterações de humor.
E as fibras, qual o papel?
As fibras alimentares são fundamentais nesse processo. Elas alimentam as bactérias boas do intestino, promovem a saúde da mucosa intestinal e ajudam na eliminação de hormônios metabolizados em excesso.
Benefícios das fibras para mulheres na menopausa:
- Melhoram o trânsito intestinal, prevenindo a constipação;
- Ajudam a regular os níveis de colesterol e glicemia;
- Favorecem a produção de ácidos graxos de cadeia curta, que reduzem a inflamação intestinal;
- Auxiliam na eliminação adequada dos metabólitos hormonais.
Fontes ideais de fibras
- Legumes e verduras (brócolis, couve, espinafre);
- Frutas com casca (maçã, pera, ameixa);
- Grãos integrais (aveia, chia, linhaça);
- Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico).
Conclusão: cuidar do intestino é cuidar da menopausa
Manter uma alimentação rica em fibras, hidratação adequada e, se necessário, utilizar probióticos e prebióticos pode ser uma estratégia valiosa para aliviar os sintomas da menopausa e melhorar sua qualidade de vida.
A saúde começa de dentro para fora — e o intestino é um ponto-chave nessa jornada.
Referências Bibliográficas
- Zhao Y, Wu J, Li JV, Zhou NY, Tang H, Wang Y. Gut microbiota composition modifies fecal metabolic profiles in menopausal women. J Proteome Res. 2020;19(9):3823-3832. PMID: 32838257.
- Menon R, Watson SE, Thomas LN, Allred CD, Dabney A, Azcarate-Peril MA, Sturino JM. Diet complexity and estrogen receptor beta status affect the composition of the murine intestinal microbiota. Appl Environ Microbiol. 2013;79(18):5763-5773. PMID: 30952633.
- Flores R, Shi J, Fuhrman B, Xu X, Veenstra TD, Gail MH, Gajer P, Ravel J, Goedert JJ. Fecal microbial determinants of fecal and systemic estrogens and estrogen metabolites: a cross-sectional study. J Transl Med. 2012;10:253.